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Retrospectiva 2020: como foi o ano da pandemia no mundo dos clássicos

Retrospectiva 2020: como foi o ano da pandemia no mundo dos clássicos

Na retrospectiva de 2020, o ano da pandemia do novo coronavírus também não foi fácil para o mundo dos clássicos. Não fossem os aniversários, os leilões e uma reunião de carros incríveis quase no final…

Janeiro

– Um dos dois Ford Mustang dirigidos por Steve McQueen em Bullitt foi arrematado por US$ 3,4 milhões, valor que o elevou a Mustang mais caro já leiloado. O reinado, contudo, durou pouco.

– Exemplo clássico de barn find, um Mercedes-Benz 300SL Roadster 1961 foi vendido por US$ 800 mil após ser resgatado destruído de um galpão.

– Esportivo icônico dos anos 1990, o Lamborghini Diablo completou 30 anos.

Fevereiro

– Criado em 2014, o padrão Mercosul estreou – e irritou os colecionadores. A FBVA, inclusive, lançou um abaixo-assinado pela volta da placa preta.

– A Mazda, que teve uma rápida passagem pelo Brasil, fez 100 anos.

Março

– No dia 8 de março de 1950, saía da linha de produção da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha, a Transporter, apelidada de Bulli pelos alemães. No Brasil, a Kombi desembarcou em setembro do mesmo ano, importada.

– No Salão de Genebra de 1970 e depois no de 1980, Citroën SM e Audi Quattro estrearam, completando pois 50 e 40 anos, respectivamente.

– Depois de eletrificar um Fusca e apresentá-lo durante o Salão de Frankfurt, a Volkswagen revelou a e-Bulli, uma Kombi movida a baterias.

– Fiat Prêmio, o sedã do Uno que pouca gente deu (e dá) valor, fez 35.

Abril

– A primeira bordoada que o antigomobilismo tomou do coronavírus foi o cancelamento do Pebble Beach Concours d’Elegance.

– O mercado de peruas compactas ganhava um importante competidor em 1980: com um porta-malas de quase 700 litros, a Fiat Panorama foi projetada para o mercado brasileiro. Logo depois veio a Marajó, da Chevrolet.

Maio

– Apresentado oficialmente à imprensa em 15 de maio de 1980, o Gol é o carro nacional de vida mais longeva ainda em produção.

Junho

– Ford revela esboços inéditos do GT40, lenda das 24 Horas de Le Mans.

– A Alfa Romeo completou nada menos do que 110 anos.

Julho

– Um dos Camaros mais antigos do mundo – o primeiro exemplar montado pela Fisher Body, saído da planta de Van Nuys, na Califórnia (EUA), em agosto de 1966 como modelo 1967 – foi a leilão. E encalhou.

– A organização do Dakar anunciou uma categoria para clássicos em 2021.

– Pai dos SUVs, Jeep CJ-2A completa 75 anos

– A casa de leilões Mecum vendeu um Ford Shelby GT350 Competition 1965 por U$S 3,85 milhões, superando então o exemplar dirigido por Steve McQueen em Bullitt como o Mustang mais caro da história.

Agosto

– Para celebrar o 60º aniversário do E-type, a Jaguar anunciou que vai restaurar e vender a partir de março 12 carros que homenageiam os exemplares “Flat Out Grey 9600 HP” e “Drop Everything Green 77 RW, que marcaram a apresentação do esportivo, no Salão de Genebra de 1960.

– Como um VW Gol SR, o mais raro de todos e possivelmente o único sobrevivente da série especial, voltou para “casa” após 34 anos.

– Honda NSX e Mitsubishi 3000GT chegavam há 30 anos mirando Ferrari.

Setembro

– Ícone da Volvo nos anos 1960, P1800 é relançado como carro de corrida

– Fundada em 26 de setembro de 1810 e com a fabricação de serras, armações de guarda-chuva e moedores de café no currículo, a Peugeot completa 210 anos.

Outubro

– Uma pesquisa realizada pela Hagerty apontou que as gerações Y (aquela de pessoas nascidas entre 1981 e 1996) e Z (1996 a 2010) são os tipos de motoristas com mais probabilidade de ter ou querer um antigo atualmente.

– Lincoln Continental que transportou JFK antes de assassinato é vendido por R$ 2 milhões.

– Um trio de carros-conceito da Alfa Romeo é arrematado por R$ 85 milhões.

Novembro

– Quando 2020 parecia ser o ano que não teve evento, veio o Classic Car Celebration pra salvar. A mesma sorte, contudo, não teve Araxá, novamente adiado.

Dezembro

– A Aston Martin começou a entregar as primeiras unidades do DB5 Goldfinger Continuation, réplica do carro que apareceu no filme homônimo de James Bond. Cada uma custou o equivalente a R$ 22 milhões e, por causa dos gadgets que carrega, não pode rodar na rua.

 

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Rodrigo Mora

Rodrigo Mora

Rodrigo Mora é jornalista especializado no segmento automotivo, com passagens por Programa Auto+, iG, G1 e Folha de S. Paulo. Corre o mundo atrás dos lançamentos, o que já o levou a testar carros no gelo da Islândia e no deserto do Marrocos. No blog do VC, escreve sobre a tendência dos modelos populares, a convivência com os híbridos e elétricos e, claro, a história dos clássicos.
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