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Carros Ford Escort conversível

Ford Escort Conversivel XR3 1992

R$85.000

Descrição
Preço : R$85.000
Tipo : Venda
Data : 26/03/2021
Ano : 1992
Cor : Branco
KM : 75531
Transm. : Manual
Motor : 1800
Comb. : Álcool
Opcionais : Aceito Troca,Ar Condicionado,Ar Quente,Direção Hidraulica,Retrovisor Elétrico,Rodas de Liga Leve,Trava Elétrica,Vidros Elétricos,Trio Elétrico,
Localização : Bento Gonsalves, Rio Grande do Sul

Ford Escort XR3 1.8 Conversível 1992/1992 na cor Bege Nevada. Carro em raro estado de conservação, com faróis Arteb, manual do proprietário, chave reserva, ar condicionado gelando e direção hidráulica. Pintura original de fábrica.

Motor transversal, 4 cilindros em linha, 1.781 cm3, 2 válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote, carburador de corpo duplo. Potência de 105 cv a 6.000 rpm. Torque de 16 mkgf a 3.000 rpm.

Possui um raro opcional da época, item pioneiro entre os carros nacionais: os amortecedores Cofap ajustáveis com controle eletrônico. Através de uma mudança que ocorria nas válvulas de óleo internas dos amortecedores fazendo sua carga variar conforme a velocidade; ficavam firmes até 20 km/h, mais macios de 20 a 100 km/h e novamente firmes acima dessa marca.
Também endureciam nas frenagens por cinco segundos ou se o motorista desligasse o controle automático

ESCORT
Os mais empolgados torciam pela chegada da versão esportiva XR3, que na Europa usava o moderno motor 1.6 CVH de quatro cilindros, comando de válvulas no cabeçote e ótimos 97 cv.

Mas veio um balde de água fria: a versão brasileira ganhou o velho 1.6 CHT (Compound High Turbulence), evolução da linha Corcel.

Movido só a álcool, necessitou de um bom esforço da Ford, que extraiu dele parcos 82,9 cv. Os donos do XR3 coravam de vergonha ao ficarem lado a lado com os VW Gol GTS ou GT, Chevrolet Monza S/R e Fiat Uno 1.5R.

A redenção veio só em 1989: para combater o recém chegado Chevrolet Kadett, a Autolatina (joint venture entre Ford e Volkswagen) tirou de cena o anêmico CHT e colocou o AP 1800 S, já usado no Gol GTS.

Entre as novidades estavam o câmbio alemão (do VW Golf), as rodas, as saias laterais e os piscas brancos.
Civilizado, era um dos automóveis mais silenciosos do país, apresentando dirigibilidade neutra, com tendência ao sobresterço (saída de traseira) no limite da aderência.

Além do desempenho, o XR3 agradava no acabamento, porta-malas e mimos como o teto solar. Com a crise do etanol provocada pela entressafra da cana na virada da década, os consumidores exigiram um XR3 a gasolina.

O XR3 apelou para o requinte em 1990: novo estofamento, antena e espelhos externos com acionamento elétrico, luz de advertência para portas abertas, para-choques da cor da carroceria e temporizadores para desembaçador traseiro e luz de cortesia.

*As informações compartilhadas neste espaço são de responsabilidade do anunciante.

 


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